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Inteligência de negócios: confira 4 práticas para implementar

A inteligência de negócios (Business Intelligence – BI) é hoje responsável por várias revoluções no cenário corporativo de diversos segmentos. Um exemplo de sua aplicação vem do Hospital do Câncer de Porto Alegre: lá, médicos usam os insights apresentados por um sistema da IBM para decidir qual tratamento oferecer a pacientes diagnosticados com sete tipos de câncer.

Empresas públicas, órgãos de controle e instituições financeiras usam BI para compilação e processamento de dados. Até a Receita Federal (RF), conforme os princípios do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), está implementando soluções de BI para aumentar a arrecadação.

Considerando que esse é um investimento estratégico, destacamos a seguir quatro práticas que, se implementadas de forma planejada, podem incrementar lucros e resultados em diferentes tipos de atividade. Confira!

1. Use benchmarks do mercado

Antes de buscar uma ferramenta de BI, recomenda-se avaliar criteriosamente os casos de sucesso e os que foram malsucedidos no seu nicho de mercado. Um benchmark é sempre útil no sentido de servir como referência. Embora devam ser consideradas as devidas adaptações, partir da experiência de terceiros é sempre indicado.

Nos casos em que a falha não está clara, o início da implementação de soluções de BI pode seguir exemplos de mercado que sejam aplicáveis de alguma forma. Deve-se ressaltar, porém, que não é porque a análise de dados serve para um concorrente que o mesmo vai se repetir na sua empresa.

2. Avalie se não é hora de mudar a cultura

Nas organizações com estrutura vertical, a cultura fortemente hierarquizada pode não ser tão favorável à implementação de BI. Portanto, além da referenciação em outras empresas, é importante considerar se a forma como sua companhia se organiza não é um elemento que pode retardar a introdução da ferramenta.

Organizações burocráticas podem demorar a perceber os resultados e o valor da inteligência aplicada aos negócios. Isso porque operam com modelos de gestão consagrados e que apresentam poucas variáveis. Ou seja, é necessário que os líderes da organização se abram ao novo para que a solução possa efetivamente cumprir seus objetivos na empresa.

3. Escolha uma parceria alinhada à missão da companhia

O mercado de empresas que desenvolvem soluções de BI está em franco crescimento. Convém, portanto, avaliar qual fornecedor pode de fato contribuir para uma parceria produtiva. Observar as companhias que ele atende ajuda, mas é preciso olhar além das aparências.

Esse provedor prevê o uso de Big Data em suas soluções, por exemplo? As redes sociais são um terreno fértil para a coleta de dados, mas se o fornecedor escolhido não tiver expertise para trabalhar com essa fonte de informação, oportunidades podem ser perdidas.

Por outro lado, se a companhia não tem presença digital consolidada, talvez deva preferir trabalhar com fontes oficiais (como sites de órgãos públicos). Tudo depende do perfil e dos objetivos da organização.

4. Entenda BI como um processo permanente

Um equívoco que pode ser cometido é a implementação de BI como ferramenta para solucionar problemas ou falhas pontuais. Embora possa efetivamente ser usada com propósitos específicos, a inteligência de negócios é muito mais do que isso: com ela, a empresa tem acesso a recursos que abrem possibilidades para a melhoria contínua, inclusive aumentando a produtividade.

A inteligência de negócios deve ser compreendida não apenas como um elemento isolado. Afinal, suas potencialidades permitem sua aplicação em qualquer setor da empresa, desde que haja a percepção de que se pode sempre melhorar.

A leitura deste post pode ajudar outras pessoas, inclusive seus amigos. Compartilhe-o nas redes sociais e mostre seu interesse pela inteligência de negócios!

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