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O que o Big Data pode fazer pela saúde?

Big Data na saúde é um dos maiores avanços que a tecnologia pode nos conceder, sendo classificado como uma verdadeira transformação. O uso de análises avançadas e grandes dados mudou a forma como gerenciamos, administramos e alavancamos informação em todos os setores.

Mas, especificamente na saúde, esse recurso tem o potencial de reduzir custos de tratamentos, prever surtos epidêmicos e melhorar a qualidade de vida da população no geral. Hoje você vai conhecer algumas das principais aplicações do Big Data na saúde e entender como elas funcionam.

Análise preditiva

Nós já sabemos que a análise preditiva é uma grande tendência em business intelligence. O que estamos descobrindo agora é que ela pode fazer toda a diferença na área da saúde. Nos Estados Unidos o Optum Labs, um centro de pesquisa, coletou exames de mais de 30 milhões de pacientes para criar um grande banco de dados.

O objetivo desse banco de dados é utilizar Big Data na saúde para melhorar a prestação de cuidados. Com as informações contidas ali, médicos podem tomar decisões informadas em segundos e oferecer o melhor tratamento possível para os seus pacientes.

A ferramenta é particularmente útil para lidar com pacientes detentores de históricos de saúde complexos ou identificar quem corre o risco de sofrer de doenças crônicas, como a diabetes.

Diagnósticos precisos

Você provavelmente já ouviu falar pelo menos um pouco do Watson, o assistente cognitivo da IBM capaz de responder perguntas em linguagem natural. O que você talvez não conheça é o projeto Watson Health, voltado para o uso de Big Data na saúde.

Sabendo que nessa área de conhecimento há três milhões de vezes mais dados do que em todos os livros já escritos, o Watson surge no cenário como um auxiliar do médico, ajudando-o a ler rapidamente todos esses dados não estruturados e entendê-los. Mas ele não para por aí: como uma de suas características é o aprendizado de máquina, Watson não precisa consultar essas informações duas vezes.

Ele já é capaz de diagnosticar pacientes com uma precisão surpreendente, chegando ao mesmo resultado que médicos em pelo menos 99% dos casos.

Mais segurança

Tradicionalmente dados foram, e ainda são, coletados por meio de formulários de papel. Isso significa um grande conjunto de dados fora do padrão e registros hospitalares vulneráveis a perdas e roubos. O Big Data exige a informatização dos dados sobre o paciente, que precisam ser integrados a um sistema.

Depois de digitalizados os processos, a coleta de dados que resulta em figuras imprecisas, informações perdidas e discrepâncias que podem prejudicar o diagnóstico desaparecem. E as informações podem ser criptografadas e protegidas, elevando a segurança do paciente.

Detecção de padrões de consumo

Se a farmácia e a medicina são dois campos que dependem intimamente um do outro, o uso de Big Data na saúde tem potencial para melhorar bastante essa relação. Hoje, durante surtos e epidemias, é comum enfrentarmos a escassez de determinados medicamentos devido à imprevisibilidade típica desses incidentes.

Com Big Data, porém, um hospital pode alertar seus distribuidores e as farmácias da região do padrão de contágio de uma determinada enfermidade, e eles podem estocar seus armazéns com os remédios necessários.

Se Big Data na saúde pode fazer tamanha diferença, imagine as vantagens que esse recurso pode trazer para o seu negócio. Já pensou em formas de colocar o Big Data em ação? Conte para a gente nos comentários!

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